Resumo do Livro: Do Mil ao Milhão – Thiago Nigro

Do Mil ao Milhão – Sem cortar o cafezinho

 

Sinopse: No livro “Do mil ao milhão”, Thiago Nigro demonstra quais são os três pilares para atingir a prosperidade financeira. O autor realizou diversos estudos e atendeu vários clientes até chegar nesses conceitos. Nigro é criador da plataforma “O Primo Rico” e ensina aos leitores os três pilares para a independência financeira. São eles: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. 

Em seu livro, o autor mostra que a riqueza é possível para todos, e para isso basta estar disposto a aprender e se dedicar. Saber fazer o seu dinheiro trabalhar para você é essencial para garantir o sucesso financeiro e o crescimento de suas riquezas. Os investidores de sucesso sabem disso, e por isso conseguem mesclar os riscos às oportunidades de lucro.

 

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Resumo do Livro Do Mil ao Milhão – Versão Vídeo:

 

Resumo Inicial

No livro “Do mil ao milhão”, Thiago Nigro demonstra quais são os três pilares para atingir a prosperidade financeira. O autor realizou diversos estudos e atendeu vários clientes até chegar nesses conceitos. Nigro é criador da plataforma “O Primo Rico” e ensina aos leitores os três pilares para a independência financeira. 

Eles são: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. Em seu livro, o autor mostra que a riqueza é possível para todos, e para isso basta estar disposto a aprender e se dedicar. Saber fazer o seu dinheiro trabalhar para você é essencial para garantir o sucesso financeiro e o crescimento de suas riquezas. Os investidores de sucesso sabem disso, e por isso conseguem mesclar os riscos às oportunidades de lucro.

 

Sobre o autor

Thiago Nigro é autor e Youtuber do canal O Primo Rico. Ele ensina para as pessoas como investir ao fazer investimentos com seu próprio dinheiro. 

 

Acumule riqueza 

De 2002 até a crise de 2008, o mercado de ações no Brasil apresentou uma rentabilidade acima de 400%. Mais recentemente, o mercado das criptomoedas, especialmente o Bitcoin, subiu 4.571.712%. Esse mercado virtual cresceu esse tanto ao mesmo tempo que o mercado de capitais voltou a apresentar números positivos e os títulos públicos de longo prazo deram um salto de 100%. 

Apesar desses índices incríveis, a maioria das pessoas nem olhou para qualquer tipo de investimento. Isso pode ter acontecido por total desconhecimento ou por medo. Os brasileiros preferiram manter sua renda estagnada em aplicações pouco favoráveis ao próprio dinheiro, sendo a poupança o maior exemplo disso.

Fato é que os ganhos gerados dos investimentos podem variar muito conforme o perfil do aplicador, que pode ser mais audacioso ou mais conservador. O grande problema é que, na maioria das vezes, as pessoas têm medo de investir por conta do risco envolvido e acabam caminhando na direção oposta à que deveriam. 

O mais comum é as pessoas entrarem no mercado em momentos de alta e deixarem em momentos de baixa, o que os faz acumular prejuízos e reforçar a crença de que investir não é para qualquer um, é apenas para quem sabe. Já é sabido que a maioria dos brasileiros cresceu sem a mínima noção de educação financeira, seja no núcleo familiar ou na escola ou faculdade em si. 

O brasileiro também se acostumou a ser mal remunerado e viver de subempregos, recebendo salários baixos ou rendimentos desfavoráveis oferecidos pelos bancos. O grande problema disso é que a população acha que isso é normal, que não pode ser diferente e que não dá para fazer nada para mudar isso. O autor traz três pilares que mostram como gastar bem seu dinheiro.

 

Primeiro pilar: fique rico, mas não agora 

A essência desse pilar é a seguinte: gaste bem o seu dinheiro. Essa é a regra para ganhar o primeiro milhão. Segundo estudos feitos por Nigro, o brasileiro não está habituado a economizar pensando no futuro. A falta desse hábito coloca o Brasil atrás de nações como Rússia, Colômbia, Chile, Argentina e Índia. Isso para não mencionar países desenvolvidos, como Estados Unidos e Alemanha. 

Para o autor, lidar com o capital demanda entendimento do assunto, que pode ser atingido com o estudo sobre o tema, disciplina, comprometimento e, sobretudo, uma enorme alteração na mentalidade consumidora. Por mais que pareça fácil gastar bem, isso implica numa profunda mudança de seus hábitos e na forma pela qual você se relaciona com o seu dinheiro. 

Buscar o enriquecimento não significa ser ganancioso ou materialista, muito pelo contrário, essa busca é essencial para te ajudar a ser mais equilibrado emocionalmente em diversos aspectos de sua vida. Saber lidar com o dinheiro ajuda a usufruir de coisas e bens além do estritamente necessário e básico para sobreviver. 

Essa habilidade torna seu dia a dia mais prazeroso porque você não vai ter preocupações excessivas sobre o dinheiro, e também vai te ajudar a explorar novas experiências, como hobbies, bens de consumo e viagens. 

O autor diz que, na trilha da riqueza, não existe espaço para a especulação ingênua porque no mercado financeiro existem especuladores profissionais, cujo método de trabalho consiste em realizar grandes aplicações em curto espaço de tempo. Esses profissionais são altamente especializados e contam com ferramentas apropriadas que são capazes de aumentar a agilidade de suas decisões e controlar os riscos que correm. 

Isso não acontece com aqueles que especulam por desconhecimento. Todo investimento real é de longo prazo, portanto, aquele que pode se mover sob condições momentâneas de mercado é apenas especulativo. Sabemos que turbulências políticas e econômicas são cíclicas, especialmente no Brasil, e esse não deve ser o único fator a ser considerado na hora de fazer investimentos.

O autor diz que os gastos essenciais, muitas vezes, não são essenciais. Os gastos essenciais são aqueles que não podem ser reduzidos em apenas uma semana ou que são praticamente impossíveis de serem eliminados, como a conta de água e luz, por exemplo. Com o decorrer do tempo você pode diminuir esses gastos e economizar um pouco, mas não pode eliminar totalmente essas despesas, e isso são gastos essenciais. 

Nigro diz que é necessário fazer uma avaliação minuciosa dos seus gastos mais importantes. Preencher planilhas e orçamentos serve como um termômetro para avaliar os gastos mensais, isso ajudará você a organizar sua vida financeira. A partir disso você pode achar opções diferentes para lidar com seu orçamento mensal.

Segundo pilar: investir melhor 

Existe um comportamento comum a todas as pessoas que pretendem começar a investir: ao decidirem se vale a pena aportar recursos em uma determinada aplicação, olham primeiro para o rendimento. Se ele for satisfatório, passam para a próxima etapa, a de verificar outras condições; caso contrário, a aplicação é desconsiderada.  

Esse comportamento é errado por diversos motivos, mas existe uma falha principal nele, a de execução. Isso porque, para descobrirmos se o rendimento de uma aplicação é satisfatório ou não, temos que recorrer a uma projeção. Só que poucos sabem fazer projeções realistas. A maioria das planilhas e cálculos acaba sendo muito mal utilizada, e oportunidades que às vezes não são ruins são abandonadas por simples erros de conta.

Errar décimos da inflação ou se esquecer de contabilizar o imposto de renda na projeção pode fazer você tomar uma decisão fora da realidade. Em um investimento de duzentos meses, com valor inicial de 1 mil reais e aportes mensais de quinhentos reais, podemos perceber que, se desconsiderarmos a inflação, o valor da projeção será muito maior do que o que vamos obter ao fim. 

Se ainda considerarmos a inflação, mas apenas a subtrairmos do rendimento, também teremos como resultado um valor superior ao efetivamente correto. Para calcular a taxa real de juros da maneira correta, precisamos utilizar uma fórmula simples: 

Juro real = [(1 + taxa nominal) ÷ (1 + taxa de inflação) – 1] × 100. Se você for do tipo que nunca gostou de números nem de fazer contas, esta pode ser uma boa hora para mudar de ideia, porque você está se enganando ao não saber calcular isso da maneira correta.

Às vezes pode parecer sedutor projetar seus investimentos para trinta anos sem considerar a inflação e o imposto de renda. Quem te vende uma projeção calculada de maneira negligente não estará no mercado daqui a trinta anos. Nunca se esqueça de que o dinheiro é seu, e o maior interessado em ver isso dar certo é você. 

Ninguém quer chegar lá na frente e descobrir que os planos feitos de forma meticulosa há trinta anos estavam com erros de cálculo! Nunca é tarde para começar a investir melhor, mas, quanto mais tarde isso é feito, mais caro fica se aposentar. 

É como se você chegasse numa loja e tivesse dinheiro para pagar à vista. Quanto maior a entrada, menores os juros e maior o desconto. Pense na sua aposentadoria como um produto que você financia: quanto maior a entrada, menores ficam as prestações. 

 

 

Conheça os tipos de conta 

-Conta varejo: A conta varejo é aquela básica, oferecida pelos bancos ao grande público, sem separação por renda ou inclusão de atendimento com muita exclusividade. É um estilo de conta que, em teoria, tenta ser mais prática e incentiva operações no ambiente online. 

Para este perfil, não são disponibilizadas uma assessoria financeira ou consultoria de investimentos de qualidade. Este público muitas vezes recebe ofertas de produtos de baixa rentabilidade, com taxas elevadas.

-Conta premium: Voltadas para o público com renda um pouco mais elevada, a conta premium é para aquele cliente que não utiliza serviços apenas para pagar contas, mas possui capital para começar a investir. 

Para esses clientes, o banco já começa a oferecer alguns diferenciais, como agências exclusivas sem filas, café fresco e ligações diretas com um gerente exclusivo. O serviço continua falho na oferta de produtos, com taxas elevadas e um retorno aquém do que a conta exige de patrimônio para o cliente.

-Conta private: A conta do estilo private é para poucos. São oferecidas, em média, para quem tem pelo menos mais de 5 milhões de reais de patrimônio. O banco, neste caso, se torna muito mais cuidadoso ao lidar com o cliente, com a oferta de investimentos realmente competitivos. 

Mesmo assim, é preciso atenção. É comum o cliente acreditar que, sendo private, encontrará taxas melhores que as de mercado, mas o problema é que o banco lhe dará poucas opções de aplicações

 

Terceiro pilar: ganhar mais 

O assalariamento é uma característica central do modo de produção capitalista. Enquanto empresários detêm os meios de produção, podem se apropriar do excedente produzido pelo proletariado que, desprovido dos meios de produção, sobrevive pela venda da sua força de trabalho em troca de um salário. 

Para o autor é necessário que você compreenda isso para que possa identificar os mecanismos das empresas e das formas pelos quais o trabalho é organizado. Sabendo disso você tem uma oportunidade a mais de elevar a sua renda. Nos foi ensinado que é o esforço que garante bons resultados, mas não é bem assim que funciona. 

Sem refletir sobre esse simples conceito, as pessoas acabam sendo educadas desde pequenas em modelos engessados, sem liberdade de criação e inovação. Somos ensinados que devemos nos esforçar para nos enquadrar no sistema, tirar sempre as melhores notas, conseguir entrar numa faculdade e, assim que possível, começar a trabalhar e “dar o sangue” para alguma empresa. 

Casar, ter filhos, comprar a casa própria, viajar, ter momentos de lazer sempre que possível, emendar um fim de semana, trocar de carro todo ano.  Se der para guardar um pouco de dinheiro no meio do caminho, tudo bem, se não der, faz parte. Chega-se ao fim da vida com poucos ativos e muito gasto, dependendo de filhos que, muito provavelmente, seguirão o mesmo ciclo de esforço e trabalho, sem quase nenhuma grande realização. 

Não adianta um aluno virar a noite estudando para a prova do dia seguinte. Se ele não tiver retido os conhecimentos necessários, por maior que tenha sido seu esforço, não será aprovado. E de nada adianta receber um consolo depois, um cafuné dos pais, dizendo que, pelo menos, ele se empenhou. Quem está colhendo os louros é quem passou no exame. 

E não sabemos exatamente quantas horas estudou, se foi mais ou menos do que o aluno que falhou. Também não é possível comparar o estado emocional e físico dos dois alunos no momento da prova, quem mais se sacrificou ou quais técnicas cada um aplicou na prova. Na hora do zero a dez, é a nota que conta a história final.

O esforço pelo esforço não gera riqueza. O que gera riqueza é o mérito. Com base nessa sabedoria, entendemos por que muita gente, mesmo repleta das melhores intenções, afirma que a meritocracia é um mecanismo injusto, pois ela não avalia as condições sociais preexistentes e o esforço de cada indivíduo para atingir determinado resultado, seja bom ou fraco. 

Mas não somos nós quem determinamos quem será o maior merecedor das coisas. Quem faz isso é o mercado, e ele só olha para resultados, não para o caminho trilhado.  Em uma entrevista de emprego, dificilmente você será questionado se é esforçado ou se, no emprego anterior, ficava além do expediente para agradar seu chefe. 

O entrevistador vai querer saber seus resultados, projetos realizados, competências adquiridas e talentos. Entendendo essa engrenagem que rege os negócios, você começará a deixar a ingenuidade de lado e entender que seu foco, para ganhar mais, deve ser sempre o resultado. Se você agrega valor e dá mais resultado que outros, empresas vão disputá-lo e, consequentemente, poderão te pagar mais. 

Considerando tudo isso, faça uma nova proposta salarial para seu chefe baseada nos seus resultados, não nos esforços. Vista o paletó da empresa e gere lucro, só assim você vai poder ganhar mais.

 

Resumo Final

O livro de Thiago Nigro é repleto de estudos e casos reais que exemplificam investimentos. Tudo isso para que você possa entender melhor como o mercado funciona e para que possa acumular um patrimônio considerável. 

Até mesmo os conceitos mais complexos do mercado financeiro são explicados de maneira simples, que qualquer um possa entender. Para saber cada vez mais coisas, acompanhe o canal “O Primo Rico” no YouTube. Lá o autor ensina várias dicas sobre o mercado de ações e investimentos.

 

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